terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

O Último Pavilhão

Cantei no tom do cantar do teu pranto,
Quando te vi chorar tua tristeza.
Quando entrei na tua casa,
Reparei na tua bagunça, 
E não orei na tua capela .

Da infância do teu destino,
O pavilhão do teu delito.
Tua casa!
Que é mais tua cina 
Que tua culpa 

Quem te tocaia lembra-se de tua vítima,
Sem reparar o castigo que teu algoz te deu.
Tua grade guarda meu direito,
Em balança alguma existe mais o teu

Tua horta é da cor da esperança,
Mas até tua flor que nasce...
Mesmo ela já te esqueceu




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